{"product_id":"31-1","title":"#31","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eEDITORIAL\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\u003cp\u003eSabemos que não vale a pena chorar sobre o leite derramado, mas para uma revista trimestral, muitas vezes só podemos deitar para fora as nossas opiniões depois, muito depois dos acontecimentos. Neste caso, apenas um mês. Então o que nos inquieta desta vez? O tema é a tão falada e famigerada Arte Lisboa. Ou deveremos dizer o Stockmarket versão artística? Pois é: directamente ao assunto. Pois que é muito bom haver uma feira da arte na capital portuguesa, é sim senhor. Mas é inevitável que ao fazermos uma feira de arte, ela seja imediatamente comparada às congéneres nacionais. E é aí que começamos a perceber o quão envergonhada é a nossa feira. Após visita ao evento deste ano, o que ficou na memória, nossa e de todas as pessoas com quem falámos sobre este assunto? NADA. Pois, N.A.DA. Quer dizer, muitos se lembram dos Project Rooms deste ano. Ou será que deveremos dizer Project Corners, tipo El Corte Inglés? A ironia é dupla, pois não só os project não eram rooms mas sim uns cantos de pladur, como os artistas seleccionados (por um comissário espanhol) eram todos eles espanhóis. Então pois claro, os artistas portugueses não andam a espalhar obras pelos cantos. Segunda impressão: os saldos da arte. Sim, porque a maior parte das galerias mais não fez do que expor tudo aquilo que não foi vendido durante o ano. Pouca produção nova se viu. É que nem uma festa ou um evento organizado para agitar as hostes esta feira tem. Resultado: um conjunto de tristes cantos e paredes com obras estáticas que, salvo raríssimas excepções, em nada surpreendiam para quem acompanha assiduamente a actividade galerística. Por favor, mais ousadia, cabecinha e entusiasmo pedem-se. O facto de as vendas terem subido este ano não basta para termos uma feira de arte.\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e–\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eÍNDICE\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e02. \u003cstrong\u003ePoema\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e04. \u003cstrong\u003eStaff\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e06. \u003cstrong\u003eEditorial\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e08. \u003cstrong\u003eFourhandsphoto José D'Almeida e Maria Flores\u003c\/strong\u003e . Universos Oníricos\u003cbr\u003e12. \u003cstrong\u003eDita Von Teese\u003c\/strong\u003e . O Fetiche pode ter Glamour\u003cbr\u003e16. \u003cstrong\u003eAndy Warhol\u003c\/strong\u003e . A Arte de ser Rico e Famoso\u003cbr\u003e20. \u003cstrong\u003eFátima Mendonça\u003c\/strong\u003e . Pintar para Cegar o Medo\u003cbr\u003e24. \u003cstrong\u003eIlya Kabakov\u003c\/strong\u003e . Corredor para o Abismo\u003cbr\u003e26.\u003cstrong\u003e Alexandre Estrela\u003c\/strong\u003e . A Activação da Consciência Crítica no Observador\u003cbr\u003e28. \u003cstrong\u003eTeching Hsieh\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e30. \u003cstrong\u003eRaquel Nicoletti\u003c\/strong\u003e . Pelos Pés\u003cbr\u003e32. \u003cstrong\u003eGuia de Filmes Venusianos\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e34. \u003cstrong\u003eJane Birkin\u003c\/strong\u003e . Bonnie \u0026amp; Clyde\u003cbr\u003e36. \u003cstrong\u003eTrim Trim Trim! É hora do tea? É hora do Twee! Twee o´clock!\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e38. \u003cstrong\u003eLidija Kolovrat \u003c\/strong\u003e. “Entre o Caos e a Desordem”\u003cbr\u003e40. \u003cstrong\u003eA Jóia Sensível\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e42. \u003cstrong\u003eArchitectural Postcards from a Convict\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e44. \u003cstrong\u003eA Cidade\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e46. \u003cstrong\u003eCarlos Farinha\u003c\/strong\u003e . Dedo Grande do Pé\u003cbr\u003e50. \u003cstrong\u003eA Prova da Beleza\u003c\/strong\u003e . Algumas Reflexões a Propósito de Ruins of the Gilded Age\u003cbr\u003e54. \u003cstrong\u003eAlfama Noir\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e60.\u003cstrong\u003e Beige Bond\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e64. \u003cstrong\u003eCloset\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e68. \u003cstrong\u003eDrink Me\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e69. \u003cstrong\u003e5 Sentidos\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e71. \u003cstrong\u003eLe Coq Tuguese\u003c\/strong\u003e . A Cantar de Galo desde 2009\u003cbr\u003e72. \u003cstrong\u003eSneaker Fetish\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Umbigo.store","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":55576393351542,"sku":"31","price":4.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0913\/1094\/8726\/files\/fe8f6998-Capa31.jpg?v=1746012255","url":"https:\/\/checkout.umbigo.space\/products\/31-1","provider":"Umbigo SHOP","version":"1.0","type":"link"}